Quando um bebé nasce não tem outra forma de comunicar a não ser chorar. É a primeira coisa que faz ao conhecer o mundo e é a partir daí a sua principal ferramenta para comer, reclamar colo, atenção, ou mesmo dor. O sorriso é inadvertido e dado sobretudo a dormir. É por isso com muito espanto e admiração que o primeiro sorriso do nosso filho a olhar claramente para a nossa cara - sem dúvida de que é para nós e que é mesmo um sorriso - nos comove e desconcerta. Até aqui só chorava mas agora o bebé sorri. Deve ser porque está feliz, ou talvez porque gosta de nós. Gostou de ouvir a minha voz. Se calhar percebeu que a mamã estava a dizer tolices e desatou a rir. Da mesma forma que o primeiro choro com lágrimas nos quebra o coração, o primeiro sorriso com som, cola-o num instantinho e fá-lo saltar do peito para o chão partir-se em mil caquinhos e colar-se de novo, tudo muito rapidinho, tamanha é a nossa alegria e excitação! Quando o Afonso sorri para a mamã, o mundo todo pára, só existimos nós e aquele momento, o meu coração transborda de alegria e orgulho, porque devo ter feito sem saber como, alguma coisa de bem.O meu primeiro limão é com orgulho o meu primeiro blogue, é um diário aberto sobre a minha experiência com a maternidade, entre outras paixões.
30.9.09
Um sorriso teu
Quando um bebé nasce não tem outra forma de comunicar a não ser chorar. É a primeira coisa que faz ao conhecer o mundo e é a partir daí a sua principal ferramenta para comer, reclamar colo, atenção, ou mesmo dor. O sorriso é inadvertido e dado sobretudo a dormir. É por isso com muito espanto e admiração que o primeiro sorriso do nosso filho a olhar claramente para a nossa cara - sem dúvida de que é para nós e que é mesmo um sorriso - nos comove e desconcerta. Até aqui só chorava mas agora o bebé sorri. Deve ser porque está feliz, ou talvez porque gosta de nós. Gostou de ouvir a minha voz. Se calhar percebeu que a mamã estava a dizer tolices e desatou a rir. Da mesma forma que o primeiro choro com lágrimas nos quebra o coração, o primeiro sorriso com som, cola-o num instantinho e fá-lo saltar do peito para o chão partir-se em mil caquinhos e colar-se de novo, tudo muito rapidinho, tamanha é a nossa alegria e excitação! Quando o Afonso sorri para a mamã, o mundo todo pára, só existimos nós e aquele momento, o meu coração transborda de alegria e orgulho, porque devo ter feito sem saber como, alguma coisa de bem.Pendurar Arte com Arte
Mais uma tralha recebida, desta vez da Vertbaudet. Trata-se de uns suportes de madeira coloridos que servem para pendurar fotografias. Acho-os muito engraçados, mas para pendurar desenhos em vez de fotografias, não só porque as estraga, como também porque é uma boa maneira de exibir as inspirações artísticas dos pequenos artistas e promover, desta forma, o brio, a confiança, e a auto-estima, ao mesmo tempo que cumpre uma função estética decorativa.
Já tinha feito um suporte deste género para o corredor do quarto do Afonso, com uma corda colorida, com missangas de madeira nas pontas e diversas molas com bonecos - que se vendem em todo o lado - e já estava completamente cheio - como podem verificar na foto - pelo que estes novos suportes vieram mesmo a calhar!
A Vertbaudet é uma loja que vende via catálogo ou internet, de roupa e decoração infantil. Para além de ter coisas mesmo muito giras têm sempre um "miminho" para juntar à encomenda. Se precisa, dê uma espreitadela http://www.vertbaudet.pt/pt/ se não precisa, não dê para não cair em tentação!
29.9.09
Fazer um filho, plantar uma árvore
Mais um site onde vale a pena registar http://www.arvoreklorane.net/, nem que seja para que plantem mais uma árvore. Por cada bebé nascido com registo no site a Klorane compromete-se a plantar uma árvore. Frequentemente a Klorane envia ainda aos inscritos talões de desconto e outras ofertas.
O essencial é invisível aos olhos
28.9.09
Nós
Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.
Saint-Exupéry, Antoine de
Ontem li pela primeira vez um blogue escrito por uma amiga. Ao lê-lo parecia-me ouvi-la falar, o seu timbre e tom de voz nas palavras escritas. Ao mesmo tempo que me parecia conhecê-la, parecia-me que não a conhecia de todo. Que sei das histórias mas afinal que não as sei. Pareceu-me a Cátia mas não me parecia a Cátia. Pareceu-me a Carrie do Sexo e a Cidade, ou simplesmente uma mulher moderna dos dias que correm. Gosto muito dela, da Cátia – sim de ti, minha tonta – acho-a corajosa e valente, como eu gostava de ser um dia, e ao vê-la assim por escrito parece-me que ainda gosto mais. Quanto ao blogue chama-se Nada acontece por acaso (http://nada_acontece_por_acaso.blogs.sapo.pt/), tem título de romance e conteúdo para romance. Não sei se nada acontece por acaso, mas sei que as pessoas que conhecemos não permanecem na nossa vida por acaso. Ficam porque tem de ser. Ficamos com uma parte delas e elas com uma parte de nós.
27.9.09
Se um elefante...

Quando o Afonso nasceu estava a decorrer uma campanha no Jumbo online, em que ofereciam, durante um ano, a taxa de entrega para bebés nascidos no mês de Julho (papás estejam atentos que esta capanha repete-se com frequência). Enviei o comprovativo e tenho vindo a usufruir daquela que considero a melhor oferta dos últimos tempos. Recomendo este serviço quer pela comodidade, quer pela poupança de tempo, gasolina e paciência. Com um recém-nascido em casa, esta oferta é ouro sobre azul! Já tinha experimentado um outro hipermercado online, e a minha experiência era muito negativa pelos constantes erros nos artigos, pesos e preços. No caso do Jumbo os pontos altos são a oferta em si, a pontualidade, a qualidade dos produtos, nomeadamente dos frescos, permitir anotações de forma muito prática e guardar sempre a encomenda automaticamente e constantemente sem termos de o solicitar - muitas vezes deixo a encomenda a meio e volto no dia seguinte pelo que esta funcionalidade para mim é excelente - e vir tudo certinho e sem erros. Como pontos a melhorar tem o menu inicial que dificulta a navegação, não é prático, circula de forma vagarosa, não permite voltar atrás com as setas do Internet Explorer - volta muitoooo atrás - para quem tem de pagar a taxa de entrega ela é sempre igualmente alta, não variando consoante o horário.
Destaque-se ainda pela positiva que o Jumbo online envia sempre um saco de ofertas, miminho que considero muito atractivo. O André (meu marido) até já se questiona sobre o que virá no saquinho de ofertas todas as semanas.
Por tudo isto e por não ter de ir com o Afonso para filas, obrigada Jumbo!
25.9.09
Abóbora e Papel Absorvente
Na consulta dos dois meses ficou oficialmente comprovado que o bebé Afonso está gordinho. A médica disse que ele vai passar directamente para sopa sem comer papas. Imagino a renda que seria em papas com o comilão do Afonsinho! De qualquer modo ao preço que está a abóbora no super-mercado, acho que fica ela por ela. Há duas coisas que me fazem imensa confusão, uma delas é a minha necessidade de papel absorvente - não consigo viver sem papel absorvente e no entanto há uns anos atrás não existia – e a outra é o preço inflacionado da abóbora. Por isso sempre que posso compro aos produtores directamente. Neste fim-de-semana fomos almoçar à Ericeira e encontrámos as vendedeiras de beira de estrada, e lá trouxemos duas abóboras e muita fruta. Gostava de entender como se chegou a esta disparidade do preço da Abóbora. Dois bocaditos no super-mercado custam cerca de 2€ e compro abóboras às vendedoras/produtoras a 0,40€. Achei piada ao placard como pano de fundo e tirei uma fotografia. Não sei é se terá alguma coisa a ver com este assunto...
24.9.09
Responsabilidade
As crianças obrigam-nos a viver no presente mas nós temos obrigação de pensar no futuro delas.
By me
By me
23.9.09
Dias felizes
Estar feliz, é um estado de graça, um estado que procuramos alcançar constantemente e raramente conseguimos.
Se pensar nas alturas de maior felicidade da minha vida, estão sempre relacionadas com acontecimentos marcantes, e invariavelmente com situações e acontecimentos imprevistos. Ou seja, exceptuando o lugar-comum do dia da minha formatura, do dia do meu casamento e do dia em nasceu o meu primeiro filho, fui absolutamente feliz em situações e momentos em que as minhas expectativas eram baixas ou nulas. Quando não temos expectativas a vida tende a surpreender-nos e aquilo que nos acontece de bom toma proporções gigantescas. O meu desejo de ser mãe é recente, tem cerca de um ano. Nunca o imaginei ou desejei antes disso. Talvez por esta aparente falta de expectativas, ser mãe está a trazer-me mais felicidade do que alguma vez achei possível. É arrebatador, viciante, transcendente, é uma paixão muito mais violenta do que alguma vez senti. Consome-me; dá-me e tira-me forças; satisfaz-me; eleva-me; dá-me vontade de ser uma pessoa melhor e faz de mim uma pessoa melhor. Quando o Afonso me aperta o dedo com força, quando me olha nos olhos, quando sorri para mim ou deixa de chorar só porque lhe pego ao colo, quando se acalma no meu peito e adormece no meu regaço, sou feliz! Obrigada Afonso por seres o meu filhote!
A flor

Pede-se a uma criança. Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala onde não há mais ninguém.
Passado algum tempo o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves; umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu.
Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era demais.
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: Uma flor!
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor, e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!
Almada Negreiros
Este poema comove-me sempre que o leio. O cinismo que os "crescidos" têm perante a vida é completamente estranho a uma criança, que num desenho resume a pureza das suas convicções. Um dia quando o Afonsinho tiver uma pasta dos desenhos vou escrever este poema na capa.
22.9.09
Leites e papas
Já nem me recordava mas tinha pedido à Nutriben por email amostras de leite para o Afonso pouco depois dele nascer. Hoje chegou por correio um envelope cheio de amostras de leite, papas, uma colher, um autocolante para o carro, um calendário e panfletos. Já tinha entretanto pedido amostras na farmácia e aproveitei na altura para trocar os pontos do cartão (http://www.farmaciasportuguesas.pt/indexConteudo.jsf?menuid=65) por papas e leite, uma vez que a revista vai mudar agora em Setembro e a próxima pode já não trazer comida para bebés. Gasta-se tanto dinheiro com um recém-nascido em farmácia, ao menos que dê para converter em pontos! Tenho já várias papas e leites de reserva - até parece que vou hibernar - desta forma consigo poupar alguma coisa!
21.9.09
Afonso Choné

Adoro estes desenhos animados e estou registada no site http://www.shaunthesheep.com/, que mais uma vez recomendo pelos passatempos e actividades para download, desenhos, construções, enfim por tudo um pouco. Desde que fui mãe que o Timmy passou a ser o meu personagem preferido porque na verdade todos os bebés são um pouco chonés, na medida em que são puros e não têm os vícios de aprendizagem e convivência social dos adultos, que por um lado nos tornam mais humanos por outro mais "sacanas". Os bebés nesta fase, quando fazem qualquer coisa de mal é sem intenção e isso vale tudo. São naturalmente bons. Alguns se insurgirão contra mim por esta afirmação a que sociólogos como Hobbes se opuseram e outros como Rousseau defenderam. Para Rousseau é a sociedade que corrompe o homem. Para mim os outros homens. Quando olho para os olhos cheios de lágrimas do meu filho porque tem fome ou para o seu sorriso, sei que o que sente é puro e sem malícia. Gostava que fosse sempre assim, mas a aprendizagem vem como um todo, não podemos pré-programar o que queremos que assimile e restringir o que não queremos.
Seja como for o bebé Afonso por ora é Choné e eu amo-o demais assim!
20.9.09
Coração fora do corpo
A decisão de ter um filho é muito séria. É decidir ter, para sempre, o coração fora do corpo.
E. Stone
E. Stone
A Primeira vez
Hoje de manhã lá fomos nós para o Olga Cadaval assistir à rentrée dos concerto para bebés! Foram 40 longos minutos em que me senti extremamente orgulhosa e feliz porque o bebé Afonso só chorou três vezes (e pouquinho!) a um instrumento que não gostou, fazendo inclusive um ar bastante satisfeito durante o resto do concerto. Adorou as vozes e o saxofone, e ao colo do pai dançou durante uma parte mais interactiva do concerto. Nunca imaginei que com apenas 2 meses já demonstrasse tanto interesse no que se passava. Foi de tal modo interessante que ficámos os dois com muita vontade de fazer mais actividades a três, e estimular o Afonsinho tanto quanto possível para que cresça curioso e com muita vontade de aprender.
Trouxemos o CD de recordação do seu primeiro concerto! Acho imensa graça guardar estas recordações, também guardámos o jornal do dia em que ele nasceu. Fomos ainda brindados com um saco de papas Nestlé, patrocinadora do evento!
19.9.09
Imaginar i um
Uma mensagem no telemóvel convidava-me, ontem, como membro do clube a passar pela loja e levantar o catálogo e um marcador de livros, limitados ao stock existente. Fiquei surpreendida por o marcador ser de madeira pois esperava encontrar o típico marcador de papel. Pudemos escolher entre o capuchinho vermelho, o lobo mau e o sapo. O Afonsinho preferiu o sapo hehehe consegui ler-lhe o pensamento! Fica mais um conselho para quem se quiser inscrever no clube imaginarium - http://www.imaginarium.pt/iClub/hazteSocio - e receber um cartão de membro que dá descontos entre outras vantagens. Curiosa a existência de um cartão para avós! Nesta loja os brinquedos puxam verdadeiramente pela imaginação, são originais e divertidos. E desengane-se quem pensa que aqui tudo é mais caro, deixo o exemplo dos copos doseadores do leite em pó com três compartimentos, que custa por exemplo 5,95€ muito mais barato do que em outras lojas da especialidade.
Puérpera

Sempre fui muito impaciente, sou por natureza stressada e apressada e detesto ter de esperar ou ficar parada. Uma gravidez de risco obrigou-me a ficar nove meses quieta literalmente a engordar. Ou seja, como se não bastasse ter de esperar nove longos meses pelo bebé, ainda tive de estar em casa a descansar.
Nove meses passados o Afonso nasceu mas muitos quilos a mais ficaram, deixando-me naturalmente a típica angústia do pós-parto que as mamãs tão bem conhecem. Passei de parturiente a puérpera, nome feio para uma fase também ela menos bonita. Dizem os especialistas que inconscientemente a mulher sofre neste período por se recordar ela própria do seu nascimento e passagem pelo canal de parto, e por, ao ser mãe deixar em parte de ser filha, significando o corte do cordão umbilical também uma amputação de uma parte do seu corpo e uma separação de algo que era apenas seu e se encontrava num ambiente protegido, para o exterior, com a consequente obrigação de partilha e exposição ao perigo. Não me recordo de sentir tudo isto, mas lembro-me perfeitamente de sentir muitas coisas ao mesmo tempo e de me comover e irritar com muita facilidade e lembro-me perfeitamente de sentir que não gostava de me ver ao espelho. Até aqui a barriga era redonda e grande porque encerrava um tesouro cujo valor era directamente proporcional ao seu tamanho. Quanto maior a barriga mais valioso o tesouro. Porém o tesouro foi descoberto e desenterrado e a barriga ficou não tão volumosa, mas ficou. Esperar que tudo voltasse ao lugar sem dietas loucas que comprometessem a amamentação ou a saúde, foi o mais difícil. A alergia do Afonso ao ferro obrigou-me a comer mais peixe, trocar o elevador pelas escadas tornou-se uma obrigação e assim que terminou o período de um mês após o parto comecei a ginástica.
Orgulho-me assim de dizer que no dia em que o Afonso fez 2 meses voltei a utilizar a minha aliança e hoje heroicamente vesti pela primeira vez umas calças de ganga de antes da gravidez - as maiores que tinha no armário, ainda faltam uns quilinhos para as restantes - porém, umas calças de ganga!
18.9.09
Divina Proporção
No Domingo vamos assistir a um concerto de música clássica para bebés com o Afonsinho. Ganhei estes bilhetes num passatempo do site bebé Nestlé http://www.nestlebaby.com/pt que recomendo a todos os pais, não só pela excelente newsletter, como porque ocasionalmente enviam ofertas e dão a possibilidade de concorrer a passatempos como este (está agora a decorrer um novo passatempo para estes concertos para o mês de Outubro). Estou expectante e com sérias dúvidas que o Afonso consiga manter-se calmo durante todo o tempo, mas acredito que vai ser uma experiência enriquecedora.
Estão muito em voga os CDS de música clássica para crianças, que aliás ouvi bastante durante a gravidez, pelo seu efeito calmante mas também porque estimulam os bebés e ajudam à própria aprendizagem havendo já diversos estudos científicos sobre a matéria. O que muitas pessoas desconhecem é que famosas sinfonias, como a 9ª de Beethoven, utilizam na sua composição o número mágico, número da natureza ou, como também é conhecido, a divina proporção. Ao longo dos anos o homem tem procurado a beleza ou a perfeição total e nesta demanda os gregos descobriram Phi, o rectângulo de ouro, cujo número 1,618 é encontrado através da divisão do seu maior lado pelo menor. A partir desta proporção faziam todas as suas construções, como o Parthenon. Da mesma forma os Egípcios utilizaram-na nas pirâmides. Porém, só em 1200 o matemático Leonardo Fibonacci descobriu, ao estudar o aumento de uma população de coelhos, aquela que é hoje conhecida como a Série de Fibonacci - sequência onde um número é igual à soma dos dois números anteriores mas cuja média de crescimento é Phi. Depois desta descoberta os cientistas verificaram que muito na natureza, como o aumento da espiral do caracol, ou a proporção da diminuição das folhas das árvores em altura, ou mesmo o corpo humano, obedece a esta divina proporção. Será por utilizar esse número mágico que a música clássica exerce tanto poder sobre os bebés?
17.9.09
Dois meses
Parabéns Afonso pelos teus dois mesinhos! O desejo da mãe é que sejas muito muito feliz e que a estes somes muitos mais mesinhos e aninhos! De ti hoje só quero um sorriso e que ele se eternize. Para assinalar a data, chegaram duas prendinhas pelo correio, uma pomada Halibut ganha no blogue das grávidas - excelente para o Afonso que tem pele atópica - e a quinta Little People ganha no aniversário da marca através da revista Crescer.
Assim é bom fazer anos! (Neste caso meses...)
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